Pincães


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É muito fácil chegar a Pincães. Aventure-se por Fafião e siga a E.N. 308 para Cabril. A meio passa por Pincães.

 

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No caminho para Cabril - represa.  

Restos de outrora...

 

Rio de Pincães.

 

Pincães é um lugar que se destaca pela beleza das cercanias com os seus prados verdejantes, pelos seus campos de oliveiras e pelo sossego.

 

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Chegada ao cruzamento.  

Carvalhal.

 

Ermida.

 

Pare o carro na estrada junto da ponte do rio de Pincães, onde o curso de água se transforma numa pequena represa.

Observe Pincães acima e contemple o silêncio e a poesia deste lugar.

  

   
Paulino Costa.  

Silêncio.

 

Poesia deste lugar.

 

Pincães também se destaca pelos seus campos de oliveira.

Embora longe da sua área de eleição, a oliveira é também cultivada no Alto Portugal. A sua importância alimentar assim o determina e as economias fechadas das aldeias tiveram de se adaptar, comprando o menos possível ao exterior e produzindo o máximo de bens de consumo no seu interior.

 

   
Contemple.  

Largo cheinho de carvalhos.

 

De cima.

 

O sóbrio lagar de Pincães é uma memória dessa realidade económica em que o dinheiro quase não circulava.

Continue até ao largo, defronte a uma igreja mandada construir por Paulino Costa em 1932. Pare, aprecie a igreja e o largo que fica à sua frente, cheio de carvalhos. Deixe aí o carro e aventure-se por Pincães adentro, à procura do lagar de azeite, da rua estreita qua atravessa esta bela aldeia, do rústico e do belo. Depois pode sair à procura da sua cascata, no rio de Pincães, do seu fojo do lobo e das suas silhas dos ursos, provas da existência desses animais em tempos longínquos.

 

   
Tempos longínquos.  

Cascata de Pincães...

 

Fojo do lobo de Pincães.

 

O seu nome, Pincães, deriva, provavelmente de picães, ou seja o aumentativo de pico.