Rio Arado e Vale da Teixeira...


 

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Seguindo o percurso como quem vai para a Ermida, continua na estrada em alcatrão chegando ao sítio onde esse luxo acaba e começa a estrada em terra. Siga essa estrada até chegar ao entroncamento que liga, à esquerda, à Pedra Bela e Caldas do Gerês e, à direita, à Cascata do Arado. Tome o rumo da direita e, contornando o rio sempre pelo lado direito, chegue à ponte que faz a ligação entre as duas margens do rio Arado.

 

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Deixe ficar aí o seu carro estacionado e, depois de devidamente preparado, comece a subida até ao céu.

 

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Logo aqui surgem duas propostas:

1. Se optar por mudar de margem pelo rio, junto à ponte, vai poder apreciar a cascata do Arado de baixo para cima e tomar um banho retemperador no poço formado pela queda ou no cálice que fica imediatamente a montante. Cuidado com os acessos a este cálice.

Seguindo a subida pela escarpa do monte e pelo rio, vai chegar à foz de um rio mais pequeno, corga da Giesteira, à direita. Este caminho não é muito aconselhável se estiverem consigo pessoas com vertigens ou com muito receio de enfrentarem novas situações. Cuidado.

 

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2. se, por outro lado, optar por seguir as escadas, pode reabastecer-se de água na pequena fonte à direita e apreciar, desde o miradouro, a Cascata do Arado, a uma altitude de cerca de 900 metros.

Seguindo o caminho, suba o monte até ao alto e chega a um pequeno planalto onde existe uma grande rocha de granito. Descanse... Ao fundo a tal corga que tem a sua foz no Arado.

 

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Aqui pode virar à direita e subir a dita corga da Giesteira até ao fim, o que demorará um dia inteiro. Já fizemos esse percurso e é muito agradável, apesar de, para o fim, se tornar muito cansativo pois tem de saltar pedregulhos, atravessar o riacho e passar silvas. Não dá para tomar banho.

 

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Se seguir o caminho dos pastores, isto é, em frente, suba o monte e quando avistar um cedro de grande porte ao lado esquerdo, desça por aí até chegar de novo ao rio agora chamado de rio da Teixeira. Suba, então, o rio até chegar à primeira lagoa. Pare e tome banho nesta lagoa de águas límpidas.

 

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A profundidade é de cerca de 5 metros na parte mais funda, mas com uma excelente visibilidade. Mergulhe, relaxe... está no Gerês.

Depois de se secar, dirija-se pela subida da esquerda, desviando-se um pouco do rio. Se quiser segui-lo terá de molhar os pés. Pode, por aqui, observar muitas árvores de azevinho.

 

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Seguindo o tal caminho desviado do rio (cuidado com o precipício), vai dar a um pinhal de pinheiros mansos, onde pode descansar à sombra. Siga o caminho, agora junto ao rio, de novo. Suba e/ou atravesse as pequenas cascatas e as pequenas lagoas. Não se separe do rio.

 

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Finalmente começa a vislumbrar uma parede de granito ao fundo. Aí está escondida mais uma das belezas naturais do rio da Teixeira mas que muitos dizem "do Arado" e do Gerês. Suba até lá. Aprecie a altura da cascata e a forma como ela desce da parede granítica.

 

 

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Tire de novo a roupa e mergulhe...

 

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Esta lagoa não é tão espaçosa como a primeira, mas, em contrapartida, é muito mais funda e espetacular.

Se puser os óculos de mergulho, verá que a primeira reação é de arrepio mediante a profundidade. Depois vai-se habituando. Trata-se de um buraco com dois patamares. O primeiro, constituído por uma grande rocha saliente, tem 7 metros de profundidade. O fundo está a mais ou menos 11 metros. Nunca fui ao fundo. O zumbido nos ouvidos é, para mim, insuportável. Observe que o buraco se abre por debaixo da rocha formando um gruta. Explore-a. Divirta-se.

 

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De seguida, suba com muito cuidado a encosta à sua direita até ao topo. Muito perigoso! Não olhe para a esquerda. Em vez de subir por aqui pode sempre voltar atrás um pouco, subir a encosta não tão íngreme à direita do rio e ir ter ao caminho dos pastores, percorrendo o caminho até ao cimo.

Chegado ao cimo, aprecie a paisagem. Magnífica.

 

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Continue o caminho, seguindo o trilho dos pastores e, contornando sempre o rio da Teixeira, agora mais calmo, chega à mariola de entrada no vale da Teixeira. Trata-se de um grande planalto, rodeado de montanhas.

Chegará a um espaço com muita erva onde existe uma cabana dos pastores e um grande sobreiro. Descanse. Está, de facto, no prado da Teixeira.

Por aqui está próximo da nascente do rio que tem vários nomes, dependendo do curral por onde passa. Se seguisse até à nascente do rio (um conjunto de pequenos regatos, a exemplo do rio Homem) então chamado de rio do Camalhão (uma vez que passa no prado do mesmo nome) e daí mais para Norte, chegaria ao caminho que leva à mina dos Carris. Não se aventure a menos que leve a bússola, o saco cama e um mapa militar...

 

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Quando fomos aí, passámos o curral do Camalhão e, seguindo as sempre as mariolas, virámos à direita subindo (bastante) até às antenas do Borrageiro. Trata-se de um imponente alto de onde se vislumbrava uma paisagem fora de série, entre as nuvens que passavam a rasar as nossas cabeças. Por esta altura, está a 1420m de altitude.

 

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Não tenho fotografias daqui, mas asseguro-vos que é soberbo, mas muito cansativo.

O caminho de regresso pode ser feito pelo mesmo sítio onde pode ir ter à nascente da já falada corga da Giesteira, passando pela Roca Negra. Nós fizemos esta última opção com mapa militar. Mesmo assim andámos perdidinhos. Cuidado!

 

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Pode sempre só fazer o percurso até ao prado da Teixeira. É a parte mais agradável e menos cansativa de todo este percurso que tem a vantagem de poder ser feito sem carta militar e apenas com esta descrição imprimida.